4 de janeiro de 2018

Att da Srª Dona coiso:

Será tudo como diz - que eu não sou cá de contrariar sentimentos purulentos, muito menos de quem se garante são e em meia dúzia de linhas digitadas num qualquer decorrer de um qualquer encontro anual das letras maradas, aufere à sanidade todo um encanto tão particular, como de resto vem sendo hábito nesse seu velho hábito de queixumes, encerramentos e reaberturas de blogs, bem assim como no de demonstrar a sua real essência por intermédio do que cospe - a não ser o seguinte: 

Em vez de Página que Chora, faça-me lá o excelso favor de mudar para página que chora, que foi como eu escrevi. Sim? 
Obrigada. 

De resto, vejo que continua aí com uma expetoração toda jeitosa. 

Força nisso.:D


11 comentários:

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    1. Percebo-te perfeitamente - uma vez que não me expliquei convenientemente - mesmo embora tendo a missiva chegado aos olhinhos da pessoa em questão.
      Trata-se da senhora redonda, que embora nunca leia nada ou visite viv'alma e esteja, em suma, lá toda tolhidinha nos seus 3 cantinhos, sempre vai tomando nota do que eu digo, sabe-se lá como. Assim, veio aqui ler o meu lindo post de fim de ano, parece que não gostou do que eu lá digo (???), e referiu a expressão em apreço ( a página que chora), no seu espacito "Escurecer", mas referiu mal, uma vez que a escrevi em minúsculas.
      Ora eu, embora compreendendo a dificuldade que deve ser pra se arranjar números grandes, e que daí derive uma certa tendência para o pendant almejado, gosto muito que quando me citam, o façam conforme eu disse.
      Acho legítimo.

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  2. Ahahahahahahahahah :D
    Ano Novo, Vida Velha, portanto :))))

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    1. Isso do Ano Novo só vale pra determinadas circustâncias, como para a devida celebração e acreditarmos que algo será realmente diferente porque mudou um nº no calendário. Não há como apagar da memória o passado, nem como mudar hábitos, como os que se viram.
      Expectáveis, se bem que sempre divertidos.

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  3. Desculparás esta minha ignorância, mas algo aqui me parece sinistramente familiar.

    Não será quem eu penso que seja, não?

    Por todas as alminhas diz-me que não, nem que seja a mentir!

    Fleuma,

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    1. Então eu minto, Fleuma...

      - Não, não é quem estás a pensar que é.

      :P

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    2. Maldição!

      Acabas de estilhaçar as minhas últimas esperanças.

      Aliás, o teu texto é exatamente um reflexo do que eu penso do natal. Exatamente.

      Duas pequenas pérolas: continuamos a não conseguir exercer a nossa opinião sem que as santas almas se sintam visadas. E apesar de tudo, é quase ternurenta a necessidade de se sentirem vivas com um pouco de atenção.

      :P não sabes mentir.

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    3. Fleuma, no caso, a santa alma tinha que se sentir visada, uma vez que não se sabe de mais ninguém a disparar com tanta acusação sem pés nem cabeça à Sapo. Daí o meu pedido ao Pedro, que foi realmente sentido (ahahahahahahaha!), de forma a que quebrasse com o que, à semelhança do Natal, já se vem tornando como que uma tradição, mas em ainda bastante pior.
      Contudo tens razão no que dizes, pois que a santa alma já se sentiu antes visada, sem que uma pessoa sequer soubesse de sua prosaica existência. Apareceu um dia num espaço assumindo que o que se dizia era sobre e para ela, insultando e garantindo, como sempre, conhecer toda a gente, com aquele jeito que lhe é tão característico devido ao signo sob o qual veio ao mundo.(Sim. O signo. Porquê? Espero que não tenhas dúvidas quanto aos efeitos que o signo sob o qual a pessoa nasce, exerce sobre a pessoa, ok?? Mau.. Olha que eu gosto de ti, não me quero aborrecer contigo! É uma questão de signos e pronto final!).
      Conluindo, neste caso, por acaso levei uma beca a mal o estardalhaço, na medida em que achei estar a fazer a minha primeira, e provavelmente única, boa acção do ano, através daquele pratinho de pão pra malucos. Dei-lhe um molhinho de atenção. E o que é que ela faz? Chama-me nomes. Ora foda-se, assim não há condições, né?!

      (Mas talvez a culpa tenha sido minha. Em calhando havia de ter esperado pelo dia dos reis, ou ter enfeitado o post com uma imagem de uma merda de um bolo rei,ou azevias, ou assim, docemente elaborados e cozinhados na excelsa envolvência do tanto amor que paira em meu humilde, mas rico em união, lar).

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  4. Ó Isabel, dize-me cá:

    Que é feito daquela cena mui fofinha das fotos é uma por dia e rebéubéu e pardais ao ninho?

    Hum?

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    1. Está à espera que a engonhada da propulsora da coisa defina se era mesmo pra ser uma todos os dias, ou se uma por dia, nos dias em que apetece.

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