6 de novembro de 2017

Olá pipól, cá estou eu - Isa, sempre às ordens e ao vosso dispôr - para polvilhar o mês de Novembro de coisas boas

e trazer-vos notícias do mundo místico - no qual acredito cada vez mais e mais - pois que tenho notado nos outros e sobretudo em mim, uma vontade quase irreprimível de andar ao chapadão de manhã até à noite a tudo o que mexa, derivado, penso, do acumular de frustações decorrentes dos tantos acontecimentos de teores menos felizes que assolam o mundo, mundo onde se inclui, naturalmente, mesmo que nem sempre pareça,  este nosso maravilhoso pedacinho de terra, que deus nosso senhor jesus cristo resolveu plantar de maioritariamente aloilados, vá-se lá saber porque caralho. 
Assim sendo, e de modo a que comecem bem a semana, apresento-vos o ti' Braco.  Para quem não tem paciência para consultar o link, posso esclarecer, em linhas gerais, que é uma pessoa conhecida quase mundialmente por curar os outros, simplesmente com o olhar (mais ou menos como eu, de acordo com o que me dizem os mais chegados, mas no sentido inverso ao do dom do Braco). Ele não toca, não fala nem ouve as barquetas dos outros, ele olha e pronto. Ele "gaze". Que em português quer dizer algo como olhar fixamente, ou, tirem-me deste filme pelo amor de todos os santinhos, conforme o tradutor achar melhor. Há quem vá para o campo a fim de espairecer, olhar pró esvoaçar das folhinhas, e das ervas, e das moscas à volta das vaquinhas, há quem vá pra lá somente pelo silêncio, há quem prefira o doce dizer das ondas do mar, e depois há quem não tenha acesso a nada disso, e é aí que entra o Braco, que aqui se apresenta em vídeo, mas bom mesmo é quando o processo acontece em eventos, onde as pessoas pagam para o ver. E ele a elas.  

Oram vejam e curem-se.  
     




Ps: Nada a ver com o post:  Tenho 3 xizatos extra cá em casa, se alguém precisar é só dizer, que mando por aquela coisa do correio expresso ou lá que merda é.

6 comentários:

  1. Não consigo evitar uma ideia irreprimível: esta parece ser uma expressão e olhar de alguém que acaba de se aliviar no quartinho de banho.

    Nem sequer curou nada em mim! Antes pelo contrário; creio que que rompi uma veia de riso.

    Fleuma,

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    1. PÔ! Então respondi e o comentário não entrou...

      Fleuma, somos dois pá! Ri tanto que tive que sair de perto de quem me deu o Braco a conhecer, com receio que me levassem a mal...

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  2. Ó páááááá... não negues à partida uma ciência que desconheces! Olha que eu estive aqui a olhar para aqueles olhinhos de cachorro abandonado e vou-te dizer uma coisa, tinha aqui uma vontade tão grande, mas tão grande de trabalhar, que era assim uma vontade tão grande que até me estava a incomodar, a sério, é que chegava a doer, juro. E olha, passou... :))))

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    1. Vês??:D
      Havias de ouvir a Naomi Campbell no seu entusiamado depoimento sobre a experiência..Percebe-se imediatamente que lhe aconteceram coisas
      amorosas, algumas das quais ela nem conseguiu explicar..:))
      Olha! Leva um vídeo do Braco amanhã para o escritório e mostra-o à outra deslavada.
      Ou sempre que a parva se armar aos cágados, tu pões o vídeo e viras o ecran pra ela.. ahahahahahahahah!

      (faço a festa e deito os foguetes, isto ainda é efeito do vídeo)

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  3. Se é para rir mto n posso ver agora, q o pós parto n me permite rir assim 😀
    Mas o conceito parece maravilhoso. Qt ao eato totalmente de acordo. Aliás, à imagem deste senhor (do que descreves) mas numa versão ao contrário, gostava de poder silenciar (tb podia ser fulminar) as pessoas parvas.

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    1. UAU! Baby novo!!:D
      Muitos parabéns minha querida, um mundo de felicidades para ele e pápis...:))

      (Pede-lhe desculpas por nós por este mundo maluco, diz-lhe que estamos a tentar, nós estamos a tentar!!:P)

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